quinta-feira, 29 de julho de 2010

"O Chrome está ainda mais rápido e traz agora sincronização de Favoritos e Extensões para o navegador."

A gigante Google acaba de liberar a versão final do Google Chrome 5. O navegador agora está mais rápido e com suporte a mais de 1500 extensões que podem ser acessadas rapidamente a partir do próprio browser.

Se você já utiliza o Google Chrome nos próximos dias deverá receber uma mensagem solicitando uma atualização para esta nova versão. A migração, como acontece com a maioria dos produtos lançados pela empresa, será gradual, mas deve ser concluída em breve. Se você deseja acelerar esse processo já pode baixar diretamente do site oficial a versão final.


sábado, 24 de julho de 2010

TV digital: novo filão para os desenvolvedores de software (parte 3)

Segundo Zuffo, uma das preocupações do grupo de padronização da TV digital é justamente garantir que as aplicações desenvolvidas no Brasil possam ser vendidas para outros países. “É o que temos de melhor para oferecer. O hardware tende a se tornar commodity”, concorda Daniel Pataca, pesquisador do CPqD.

Por isso, o middleware – camada de software que roda sobre o sistema operacional e a máquina virtual e permite que a mesma aplicação funcione em diferentes modelos de equipamentos receptores sem necessidade adaptações – desenvolvido no Brasil deve abarcar aplicações criadas para todos os sistemas vigentes no mundo: norte-americano (ATSC), o europeu (DVB) e o japonês (ISDB), que adotamos como referência para o nosso próprio sistema.

Essa é uma vantagem para os programadores, já que os aplicativos para celulares, por exemplo, não têm padronização, exigindo que um mesmo software tenha que ser reescrito ou adaptado para rodar em aparelhos dos diferentes fabricantes.

De acordo com o pesquisador, a plataforma de referência do middleware brasileiro, que permitirá aos desenvolvedores criar as aplicações para TV digital, deve ser divulgada ainda no início de 2007. Mas ele adianta: conhecimentos em linguagens de desenvolvimento para web, e padrões como Java e XML serão fundamentais.

“Antes de qualquer decisão é preciso resolver a questão do pagamento de royalties”, diz Zuffo, em relação ao uso do Java como linguagem de referência para as aplicações voltadas a TV digital no Brasil. No que depender da Sun, este não deve ser o empecilho: a companhia já sinalizou que deve abrir o código-fonte do Java até o início de 2007, eliminando a necessidade de pagar pelo uso da linguagem.

Zuffo justifica a opção pela linguagem: "O Brasil tem 37 mil programadores em Java". Segundo o pesquisador, a plataforma de referência para as aplicações de TV digital será escalável, se estendo a celulares, set-top boxes (receptores) e qualquer outro hardware que for receber o sinal digital.

TV digital: novo filão para os desenvolvedores de software (parte 2)

A questão da distância é outro ponto a ser observado – não se assiste à TV tão de perto quanto se utiliza o computador ou o celular. Textos longos e letras pequenas, portanto, não são muito viáveis. Além disso, a TV tem um caráter coletivo, diferente do PC e do telefone móvel, que também deve ser levado em conta.

“A postura do espectador é o fator principal. No computador, ela é ativa e na TV, contemplativa”, observa Faiçal Farhat de Carvalho, consultor técnico da FITec, que produziu aplicações de prova de conceito para TV digital, pedido do consórcio do padrão norte-americano (ATSC).

Mercado


Além das emissoras de TV, que distribuirão conteúdo junto com a programação, e do governo, que pretende aproveitar a tecnologia para promover iniciativas em saúde e em educação, um dos mercados potenciais para o desenvolvedor de aplicativos para TV digital é o de publicidade.

A interatividade abrirá uma série de possibilidades aos anunciantes, que terão a opção de enviar informações adicionais aos espectadores e, utilizando o canal de retorno, até mesmo fazer transações de compra em tempo real. O desenvolvimento destes aplicativos ficará a critério do anunciante e não da emissora, que só enviará o sinal. Portanto, ao menos nesse filão, é certo que os programadores encontrarão oportunidades.

Mas, para Marcelo Zuffo, coordenador do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Universidade de São Paulo, o desenvolvedor brasileiro deve voltar sua atenção principalmente ao mercado externo. “Essa será a grande chance para o profissional brasileiro conquistar um espaço de destaque no mercado mundial”, defende o pesquisador.

TV digital: novo filão para os desenvolvedores de software

São Paulo - Profissionais brasileiros poderão investir em uma nova área: a de aplicativos que rodarão nos aparelhos receptores de TV digital.

20060213_tv_digital_88x65_flavioCom a estréia da TV digital no Brasil, prevista para 3 de dezembro de 2007, um novo mercado começa a se abrir para os desenvolvedores brasileiros de software. Conhecidos pela habilidade e criatividade na elaboração de jogos para celular e videogames, os profissionais tupiniquins poderão investir em um novo filão, o de aplicativos que rodarão nos aparelhos receptores de TV digital.

A interatividade é um dos recursos mais celebrados da TV digital. Na prática, as emissoras poderão enviar junto com a programação dados e aplicativos que rodarão no receptor. A gama de aplicações é a mais variada: desde jogos, notícias, guias de entretenimento até programas governamentais, incluindo informações ao cidadão, consultas a serviços públicos e votações.

As aplicações podem funcionar de duas formas: localmente ou em comunicação com a emissora. No primeiro caso, o usuário simplesmente recebe o aplicativo e executa na sua TV – sem enviar dados de volta. Nesta categoria podem ser incluídos, por exemplo, os guias de programação, notícias e estatísticas sobre jogos esportivos.

Já as aplicações de interatividade remota – que requerem um canal de comunicação com a emissora (o chamado canal de retorno) – levam as possibilidades a um horizonte ainda mais amplo, que inclui respostas a enquetes, consultas a bases de dados, compras pela TV, entre muitas outras possibilidades.

Antes de entrar nos pormenores técnicos, é preciso pensar que a criação de aplicações para TV digital deve respeitar alguns critérios comportamentais. Embora possa ter uma tela tão grande ou maior que a de um computador, a TV não possui teclado – o que significa que os comandos estão restritos aos botões de um controle remoto.

governo afirma que o prazo final para migração da TV digital 2016

Após reunião, ministros das Comunicações e Casa Civil negaram a possibilidade de antecipação do cronograma para 2013

O ministro das Comunicações, José Artur Filardi, esteve nesta quarta-feira (21) com a ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, para esclarecer as informações que circularam na imprensa sobre a antecipação do prazo para migração do sistema analógico para digital da TV aberta. Ontem, o ministro foi informado de que uma fonte da Casa Civil divulgou que a conclusão da migração, prevista para 2016, seria alterada para 2013. De acordo com ele, a ministra negou qualquer intenção do governo em mudar esse cronograma.

Segundo Filardi, não há condições técnicas e nem financeiras para que esse cronograma seja antecipado. “Há ainda muitas geradoras que ainda não estão operando em alta definição, além de milhares de retransmissores, muitos em mãos de prefeituras, que dependem de financiamentos para essa migração”, disse. Além disso, ele cita a questão dos conversores, ainda com poucas opções no mercado e todas com preços considerados altos, embora já tenham recuado muito. “No início das transmissões digitais, o septop box custava mais de R$ 1 mil, agora ele pode ser encontrado até a R$ 200, mas mesmo assim muito pesado para o bolso das classes com menor renda”, disse.

Filardi disse que a ministra Erenice Guerra assegurou que esse assunto não está sendo tratado na Casa Civil. O ministro ainda frisou que, em nenhum país onde o sistema digital substituiu o analógico houve antecipação do processo. “Pelo contrário, foram necessárias até adiamentos”, disse.

De acordo com o decreto 5.820, de junho de 2006, que trata da implantação do SBTVD-T e estabelece diretrizes para a transição do sistema de transmissão analógica para o digital, o período de migração de uma tecnologia para outra é de dez anos, com fim previsto para 2016. Mas, determina que, a partir de 1º de julho de 2013, o Ministério das Comunicações somente outorgará a exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens para a transmissão em tecnologia digital. Além disso, obriga as emissoras, no período de transição, a veicularem simultaneamente as programações nas duas tecnologias. Diz ainda que os canais utilizados para transmissão analógica serão devolvidos à União após o prazo de transição.

Fonte: Tele Síntese, texto de Lúcia Berbert

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Começou a funcionar oficialmente às 20h30 deste domingo o sinal da TV digital no País. O sinal digital será transmitido, em primeira fase, apenas para a Grande São Paulo. A cerimônia de inauguração foi transmitida em cadeia nacional e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Até o final de 2009, o sinal deverá estar disponível em todas as capitais do País. Pelo cronograma do Ministério das Comunicações, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro terão o sinal em meados de 2008 e, até 2013, todos os municípios brasileiros terão TV digital.

A transmissão foi inaugurada com a exibição de um vídeo que explica à população o que é a TV digital. O vídeo mostrou uma cronologia da TV brasileira, com imagens de programas de diversas emissoras.

DTV a TV digital na sua casa e fora

2010,ano de coisas boas,como: festas, diversão,prosperidade felicidade e como não podia falta na tecnologia,as inovações aparecem a toda hora,e não podia ser diferente nas televisões.

Momento tecnológico no Brasil

O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais. Devemos dar destaque a Universidade Presbiteriana Mackenzie, juntamente com equipamentos da NEC, que realizaram diversos testes em laboratório e em campo, para a escolha do padrão de TV digital japonês. E a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) que em seu laboratório de Sistemas Integrados, chegou a criar um padrão totalmente brasileiro de transmissão. A TV Digital no Brasil chegou às 20h48min do dia 2 de dezembro de 2007, com pronunciamento do Presidente da República. Inicialmente na Grande São Paulo, pelo padrão japonês com algumas adaptações. ARedeTV! foi a primeira rede de televisão a exibir em São Paulo a sua programação em formato digital de televisão. No dia 20 de abril o sinal de Alta Definição foi liberado pela Rede Globo apenas na região metropolitana do Grande Rio. O sinal de TV digital também já está presente em Belém,Aracaju,Campinas,Cuiabá, Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Ituiutaba, Londrina,Vitória, Florianópolis , Salvador, Uberlândia, Uberaba, Teresina, Santos , Brasília, Joinville, Recife ,Manaus, Sorocaba, São Luís, Campo Grande, Natal,João Pessoa, Palmas e Presidente Prudente.